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Friday, September 16, 2011

New Scientist TV: Time-lapse Tuesday: A year in the life of the moon

New Scientist TV: Time-lapse Tuesday: A year in the life of the moon

Thursday, June 16, 2011

O maior radiotelescópio do mundo na China

Wednesday, October 27, 2010

Wednesday, August 25, 2010

Animation of the planetary system around Sun-like star HD 10180

Animation about a Solar System like ours, but with seven planets.
Animação de um Sistema Solar parecido com o nosso, mas com sete planetas.
Animación de un sistema solar como el nuestro, pero con siete planetas.

Monday, August 23, 2010

Qual o tamanho de um meteoro para chegar ao solo?

Amplify’d from ciencia.hsw.uol.com.br
Quão grande um meteoro precisa ser para chegar ao solo? 
Meteoro das Leónidas, desta vez do ano 2001. A nuvem aqui visível é parte do rasto de detritos deixados pela sua passagem, resultante um compósite de duas imagens separadas, uma do meteoro e outra da nuvem.
Crédito: John Pane
E como podemos ver um meteoro causado por uma partícula tão pequena de matéria? Acontece que o que esses meteoróides perdem em massa, ganham em velocidade, e é isso que causa o rastro de luz no céu. Os meteoróides entram na atmosfera a velocidades extremamente altas - 11 a 72 km/s. Eles podem viajar nesta velocidade muito facilmente no vácuo do espaço porque não há nada para detê-los. A atmosfera da terra, por outro lado, é cheia de matéria, o que cria um grande atrito para um objeto que viaja. Esse atrito gera calor suficiente (até 1.649ºC) para elevar a superfície do meteoróide até seu ponto de ebulição, de modo que o meteoróide é vaporizado, camada por camada.
E quão grande um meteoróide precisa ser para chegar até a superfície da terra? Surpreendentemente, a maioria dos meteoróides que chegam até o chão são especialmente pequenos - de detritos microscópicos a pedaços do tamanho de uma partícula de poeira. Eles não se vaporizam porque são leves o suficiente para diminuirem a velocidade facilmente. Movendo-se a aproximadamente a 2,5 cm por segundo, através da atmosfera, eles não sentem o atrito intenso que os meteoróides maiores atingem. Neste caso, todos os meteoróides que entram na atmosfera conseguem chegar até o chão, na forma de poeira microscópica.
E para meteoróides grandes o suficiente para formar meteoros visíveis, as estimativas variam para o tamanho mínimo. Isso acontece porque existem outros fatores envolvidos que não o tamanho. Notoriamente, a velocidade de entrada de um meteoróide afeta suas chances de alcançar a superfície, porque ela determina a quantidade de atrito sofrido pelo meteoróide. Normalmente, todavia, um meteoróide deveria ser aproximadamente do tamanho de uma bola de gude para que uma porção dele possa alcançar a superfície da terra. Partículas menores queimam na atmosfera a aproximadamente 8 a 120 quilômetros acima da terra.
Os meteoritos que uma pessoa poderá encontrar no chão, provavelmente vieram de meteoróides significativamente maiores - pedaços de detritos de pelo menos o tamanho de uma bola de basquete, já que os meteoróides maiores se quebram em pedaços menores à medida que viajam através da atmosfera.
Você pode realmente encontrar e colher meteoritos minúsculos que conseguiram atravessar a atmosfera da terra com um simples teste - coloque uma panela em sua varanda ou alpendre para capturá-los. Para mais detalhes sobre como realizar este teste, clique aqui (em inglês).

Read more at ciencia.hsw.uol.com.br

Saturday, July 3, 2010

Morte de uma estrela é simulada em 3D pela primeira vez

Morte de uma estrela é simulada em 3D pela primeira vez: "Os novos modelos de computador mostram a ruptura completa em três dimensões, desde o primeiro milissegundo após a explosão começar no interior do núcleo, até três horas depois, quando o choque irrompe da estrela progenitora." in inovacaotecnologica

(ler mais... no link indicado em baixo)

Supernova é simulada em 3D pela primeira vez
Uma estrela morre em 3D: As imagens mostram a ejeção de alguns 
elementos na explosão, vistos de diferentes ângulo de visualização
 - em cima, 350 segundos após a ignição do núcleo e, embaixo 
9.000 segundos depois, quando a onda de choque já ultrapassou 
a superfície estelar. Os elementos estão representados em cores 
diferentes: carbono (verde), oxigênio (vermelho) e níquel (azul).[Imagem: MPA]

Saturday, April 24, 2010

20 years of Hubble

O Telescópio Espacial Hubble foi levado para o espaço em 24 de Abril de 1990.

Este telescópio tem cinco instrumentos científicos: uma câmara de campo amplo e uma câmara planetária (WF / PC), o espectrógrafo de alta resolução Goddard (GHRS), Fotómetro de Alta Velocidade (HSP), câmara de objectos fracos (FOC) e espectógrafo de objectos fracos (FOS). WF / PC era um dispositivo de imagem de alta resolução, principalmente para observações ópticas. Foi construída por NASA's Jet Propulsion Laboratory, e incorporou um conjunto de 48 filtros isoladores, linhas espectrais de interesse astrofísico particular. O instrumento continha oito chips CCDs dividida entre duas câmaras, cada uma com quatro CCDs.

Descobertas importantes

O Telescópio Espacial Hubble (HST) tem ajudado a resolver alguns problemas na astronomia, assim como também originou resultados que têm exigido novas teorias para explicá-las. [...] Antes do lançamento do HST, as estimativas da constante de Hubble tipicamente apresentava erros até 50%, mas as medições do HST forneceu um valor medido com uma precisão de 10%.
Enquanto o HST ajudou a refinar as estimativas da idade do universo, ele também coloca em dúvida as teorias sobre o seu futuro. Os astrónomos usaram o telescópio para observar supernovas distantes e descobriu evidências de que, longe da desaceleração sob a influência da gravidade, a expansão do universo pode de facto estar a acelerar. Esta aceleração foi posteriormente medida com mais precisão por outros telescópios terrestres e espaciais, confirmando a descoberta.
Os espectros de alta resolução e imagens fornecidas pelo HST têm sido uma observação particularmente bem importante para estabelecer a prevalência de buracos negros no núcleo das galáxias próximas. [...]

adapted from wikipedia

Friday, February 26, 2010

Friday, January 8, 2010

The Known Universe by AMNH

"The Known Universe takes viewers from the Himalayas through our atmosphere and the inky black of space to the afterglow of the Big Bang." American Museum of Natural History (in You Tube)

Wednesday, January 21, 2009

Methane on Mars


  • English version:
On Earth, 90 percent of the gas is produced by living beings 
There are methane on Mars in the summer, will be a sign of life? 
15.01.2009 - 19h32 Clara Barata, Reuters 
There are large quantities of methane and water vapor in the atmosphere of Mars during the summer - which is the best evidence so far that there may be life on the red planet. This gas does not survive long in the atmosphere. On Earth, 90 percent of the methane has biological origin. ”On Mars, methane may have biological or geochemistry origin,” says the team of Michael Mumma, of the NASA Goddard Center.  

The team is not the first to detect methane on Mars, but is the first to associate it to the time when the temperatures go up, the gas plume seems to arise in some areas, when the summer comes and were detected up to 19 tons of this gas in the atmosphere, using spectrometers. These instruments can measure the gases in the atmosphere by analyzing its signature feature in the electromagnetic spectrum. 

Until now, there are no known natural processes on the surface of any planet to produce methane. “Therefore, the presence of significant amounts of methane would require the recent release of gas from reservoirs below the surface. But its origin may be biological or not,” the researchers write in Science. 

However, it is underground on Mars that water, and perhaps there may be underground microbes that produce methane: on Earth there are millions of years ago.

translated from Publico

  • Versão Portuguesa:
Na Terra, 90 por cento do gás é produzido por seres vivos
Há metano em Marte no Verão, virá de bactérias subterrâneas? 
15.01.2009 - 19h32 Clara Barata, Reuters
Há grandes quantidades de metano e vapor de água na atmosfera de Marte durante o Verão — o que é o melhor indício até agora de que poderá haver vida no planeta vermelho. “Em Marte, o metano pode ter origem biológica ou geoquímica”, diz a equipa de Michael Mumma, do Centro Goddard a NASA. 

A equipa não é a primeira a detectar metano em Marte, mas é a primeira a associá-lo ao momento em que sobem as temperaturas: o gás parece surgir em pluma, em algumas áreas, quando chega o Verão. Foram detectada até 19 mil toneladas deste gás na atmosfera, usando espectrómetros. Estes instrumentos podem medir os gases na atmosfera, analisando a sua assinatura característica no espectro electromagnético.

No entanto, é no subsolo de Marte que há água, e talvez possam existir micróbios subterrâneos que produzem metano: na Terra existem, há milhões de anos.

 


  • Versión Española:
En la Tierra, el 90 por ciento del gas es producido por los seres vivos 
Hay metano en Marte en el verano, será de origen bacteriana? 
15/01/2009 - 19h32 Clara Barata, Reuters 
Hay grandes cantidades de metano y vapor de agua en la atmósfera de Marte durante el verano - que es la mejor evidencia hasta ahora que puede haber vida en el planeta rojo. Este gas que no sobrevive mucho tiempo en la atmósfera. En la Tierra, el 90 por ciento del metano es de origen biológico. Hay pruebas de que algunos microorganismos marcianos estarán en la origen de la expulsión de metano, pero también puede ser emitido por los procesos geológicos, como los volcanes, dijo hoy el sitio de la revista Science donde un equipo de científicos de los Estados Unidos anuncia sus comentarios, realizados entre 2003 y 2006, gracias a tres telescopios de Hawai. “En Marte, el metano puede tener origenes geoquímicas o biológicos”, dice el equipo de Michael Mumma, del Centro Goddard de la NASA.  

 


El equipo no es la primera que detecta el metano en Marte, pero es el primero en asociar el fenómeno a la época en que las temperaturas suben, cuando llegaba el verano se detectaron hasta 19 toneladas este gas en la atmósfera, utilizando espectrómetros. Estos instrumentos pueden medir los gases en la atmósfera a través del análisis de su firma característica en el espectro electromagnético. Hasta ahora, no se conocen los procesos naturales en la superficie de cualquier planeta para producir metano. “Por lo tanto, la presencia de cantidades significativas de metano requieren la liberación de los reservorios de gas por debajo de la superficie. Sin embargo, su origen puede ser biológico o no”, escriben los investigadores en Science.  

traducido de Publico

Wednesday, January 7, 2009

Milky Way is bigger, more dense and faster than previously thought



American scientists discovered that the Milky Way is 15% larger in width, 50% more dense and turns at a speed nearly 15% higher than previously thought. These data were presented by researchers from the National Radio Observatory and the Center for Astronomy and Astrophysics Harvard-Smithsonian a meeting of the American Society of Astronomy held in Long Beach, California.
in Lusa
image from NASA

It has more weight and be faster, it also has greater gravitational force and therefore the greater the potential for conflict with neighboring galaxies, like Andromeda, earlier than expected, even though the billions of light years away, warn the researchers.

The fact that scientific observations are made from within the galaxy makes the measurements and study of its structure, which makes it easier for the other galaxies.

Previously, the value of the magnitude of the Milky Way was calculated from indirect measurements, but the radio-telescopes VLBA the National Science Foundation in the United States now can record images with high quality and make direct measurements of distances and movements regardless of other factors such as brightness.

In images captured by radio telescopes, scientists are located in regions of the Milky Way profuse creation of stars in which the gas molecules increase radio broadcasts.

These areas are bright for the brand of radio-telescope, which determines the three-dimensional movements of these regions, which mostly does not follow a circular path as you move the galaxy, but elliptical and a lower speed to those described by other regions .

It was thus possible to calculate the speed at which the Milky Way rotates around its center is about 914,000 kilometers per hour, 15 percent more than the 791,800 miles per hour that were accepted as a measure for decades.

The team of researchers also suggested that the galaxy has four arms of gas and dust in spiral in which stars are formed, not two.

in SIC

Portuguese version of this article can be found here.

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