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Sunday, March 7, 2010

The Physics of Curling

English version:

scienceblogs.com by Matt Springer

 

Versão Portuguesa:

(Tradução do artigo original indicado em cima)

O curling é um desporto cujo objectivo, no final de cada rodada, é colocar as pedras o mais próximo possível do centro do ringue. Do ponto de lançamento até o centro do anel é de cerca de 97 pés (29,56 m). O atrito com o gelo, leva a pedra a parar nesse espaço. Por que não estimar a quantidade de atrito do gelo contra a pedra?
O atrito é intrinsecamente um fenómeno muito complexo, mas é frequentemente uma boa aproximação dizer que é uma força no sentido oposto do movimento, com uma magnitude proporcional à força da superfície sobre o objecto – igual à força da gravidade, no presente caso. Geralmente chamada de força "normal", porque normal, neste contexto, significa "perpendicular", i.e. a força é perpendicular à superfície onde se movimenta a pedra. A relação entre essas duas forças (força de atrito e a força normal) é o coeficiente de atrito.

Assim, podemos escrever a equação que descreve a força de atrito:

1.png

Onde mu grego é o coeficiente de atrito, e a massa m da pedra vezes a aceleração da gravidade g é a força normal. Sabemos também, porque usamos tantas vezes, que um objecto em movimento acelerado a 1D obedece as equações padrão de movimento acelerado:

2.png

e

3.png

Aqui d é a distância de viagem da pedra, t é o tempo que leva a pedra a completar a sua viagem, a é a aceleração devido ao atrito, v0 é a velocidade inicial. Quando a pedra termina a sua viagem a velocidade será 0, daí o 0 para a velocidade final na última equação. Sabemos que a força é igual à massa vezes aceleração, deste modo a aceleração devido ao atrito será a força de atrito dividida pela massa: a = - μ * g.

Mas não se sabe a velocidade inicial. Não temos nenhuma forma de medir isso. Mas temos o tempo total da viagem. Se ouvirmos os comentadores, 24 segundos ou mais é uma linha típica de tempo “Hog line to tee line”. A partir daí, pode-se manipular algebricamente as equações para eliminar a velocidade inicial e resolver o coeficiente de atrito:

4.png

Como esperado, quanto mais uma pedra leva a percorrer uma determinada distância, menor o atrito. O curling usa unidades do Sistema Inglês, assim com g = 32 pés / s ^ 2, d = 97 metros, e t = 24 segundos, calculando tem-se μ = 0,011. Este é um valor extremamente pequeno de atrito, menor do que em teflon vs teflon. Pode ser que a aproximação que fizemos para atrito não é tão grande, ou pode ser que o granito no gelo tem um pequeno coeficiente de atrito.

Wednesday, August 13, 2008

Olympic Games

Não é novo que a física seja uma intermediária para conseguir recordes olímpicos.
Cada vez mais é reconhecida a importância da física, quer no estudo dos movimentos, quer na importância da energia e massa muscular, quer de outros estudos realizados.
Não é de agora que surgem artigos sobre física ligada ao desporto, existem artigos escritos em revistas científicas (datadas do século passado) sobre as mais variadas modalidades desportivas (salto em comprimento, natação, baseball, etc.) ligando a actividade científica à desportiva.
Deixo-vos este link, datado de 1 de Setembro de 2000, sobre física e desporto:
http://physicsworld.com/cws/article/print/486

Espero que apreciem a leitura (apesar de estar em inglês) e boa sorte à comitiva portuguesa!

eufisica
a way to know physics

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